Na sua genealogia, Maria nomeia como pai Luís de Sousa, mercador.
Investigação
Maria de Sousa
A ré. Solteira, com dezasseis anos no final de 1681, natural de Verín (Berim) e residente em Chaves. As capas chamam-lhe christã nova e meya christam nova. Reconciliada no auto da fé de Coimbra de janeiro de 1682.
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Menção documental
Maria de Sousa
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A ré. Solteira, com dezasseis anos no final de 1681, natural de Verín (Berim) e residente em Chaves. As capas chamam-lhe christã nova e meya christam nova. Reconciliada no auto da fé de Coimbra de janeiro de 1682.
Afirmações e citações
Na sua genealogia, Maria nomeia como mãe Guiomar do Vale.
João de Sousa é nomeado como seu avô paterno falecido.
Joana Lopes é nomeada como sua avó paterna falecida.
Francisco do Vale é nomeado como seu avô materno falecido.
Felipa de Sousa é nomeada como sua avó materna falecida.
João de Sousa é nomeado entre os seus dois irmãos e três irmãs.
Francisco do Vale é nomeado entre os seus irmãos.
Isabel do Vale é nomeada entre as suas irmãs.
Catarina do Vale é nomeada entre as suas irmãs.
Ana de Sousa é nomeada entre as suas irmãs.
Pedro de Sousa é nomeado como um dos seus dois únicos tios paternos.
Salvador de Sousa é nomeado como o seu outro tio paterno.
Isabel do Vale é nomeada como a sua única tia materna. A confissão copiada de Diogo de Roxas também chama a Maria sobrinha da sua mulher Isabel do Vale.
As capas chamam a Maria christã nova e, na capa interior, meya christam nova; na genealogia diz ter parte de cristã-nova. São classificações do tribunal, não conclusões sobre qualquer família atual.
A sentença regista a sua confissão e reconciliação, com cárcere e hábito penitencial ao arbítrio dos inquisidores, lida no auto da fé de Coimbra de 18 de janeiro de 1682 (leitura do mês duvidosa).
As suas sessões de novembro nomeiam outros parentes que contradizem a genealogia de dezembro: Jerónimo Lopes como segundo tio paterno, um [Álvaro?] de Sousa e um Pedro Roiz como tios paternos, e Guiomar do Vale como tia materna. Estas contradições mantêm-se, sem serem conciliadas.
Documento
Maria de Sousa · processo de Coimbra
ANTT, PT/TT/TSO-IC/025/04894
As 100 imagens do Digitarq tiveram uma primeira leitura pela ordem da fonte; a edição é parcial e delimitada por linhas, mantendo-se visíveis as palavras não lidas e as cláusulas duvidosas. A sessão de genealogia de 2 de dezembro de 1681 (imagens m0063–m0066) foi lida na íntegra. As declarações da ré e das testemunhas copiadas não foram verificadas de forma independente.