Famílias da Inquisição e fidalgas
A família de Maria de Sousa em Verín
Um processo lido a partir das 100 imagens do Digitarq, com uma edição parcial. Os parentescos provêm das próprias declarações da ré e de uma confissão copiada. As suas sessões de novembro nomeiam outros tios e uma tia que contradizem a genealogia de dezembro; mantêm-se como leitura não resolvida. Verín fica na província de Ourense, mas fora do Ribeiro, e não se estabelece ligação com outras famílias deste arquivo nem com a nossa.
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Reconstrução familiar
Um processo lido a partir das 100 imagens do Digitarq, com uma edição parcial. Os parentescos provêm das próprias declarações da ré e de uma confissão copiada. As suas sessões de novembro nomeiam outros tios e uma tia que contradizem a genealogia de dezembro; mantêm-se como leitura não resolvida. Verín fica na província de Ourense, mas fora do Ribeiro, e não se estabelece ligação com outras famílias deste arquivo nem com a nossa.
Afirmações e citações
Na sua genealogia, Maria nomeia como pai Luís de Sousa, mercador.
Na sua genealogia, Maria nomeia como mãe Guiomar do Vale.
Maria descreve o pai como casado com Guiomar do Vale, sua mãe.
João de Sousa é nomeado como seu avô paterno falecido.
Joana Lopes é nomeada como sua avó paterna falecida.
Francisco do Vale é nomeado como seu avô materno falecido.
Felipa de Sousa é nomeada como sua avó materna falecida.
João de Sousa é nomeado entre os seus dois irmãos e três irmãs.
Francisco do Vale é nomeado entre os seus irmãos.
Isabel do Vale é nomeada entre as suas irmãs.
Catarina do Vale é nomeada entre as suas irmãs.
Ana de Sousa é nomeada entre as suas irmãs.
Pedro de Sousa é nomeado como um dos seus dois únicos tios paternos.
Pedro de Sousa é descrito como casado com Ana Rodrigues; os seus quatro filhos morreram novos.
Salvador de Sousa é nomeado como o seu outro tio paterno.
Salvador de Sousa é descrito como casado com Dona Isabel Coronel, de Madrid.
Duarte Coronel, com oito anos, é nomeado como filho de Salvador e Dona Isabel Coronel.
Duarte Coronel é nomeado como filho de Dona Isabel Coronel e Salvador.
Brites, com cinco anos, é nomeada como filha de Salvador e Dona Isabel Coronel.
Brites é nomeada como filha de Dona Isabel Coronel e Salvador.
Isabel do Vale é nomeada como a sua única tia materna. A confissão copiada de Diogo de Roxas também chama a Maria sobrinha da sua mulher Isabel do Vale.
Isabel do Vale é descrita como casada com Diogo de [Roxas?], mercador.
Maria, com oito anos, é nomeada como filha de Isabel do Vale e Diogo.
Maria é nomeada como filha de Diogo e Isabel do Vale.
João, com cinco ou seis anos, é nomeado como filho de Isabel do Vale e Diogo.
João é nomeado como filho de Diogo e Isabel do Vale.
As capas chamam a Maria christã nova e, na capa interior, meya christam nova; na genealogia diz ter parte de cristã-nova. São classificações do tribunal, não conclusões sobre qualquer família atual.
A sentença regista a sua confissão e reconciliação, com cárcere e hábito penitencial ao arbítrio dos inquisidores, lida no auto da fé de Coimbra de 18 de janeiro de 1682 (leitura do mês duvidosa).
As suas sessões de novembro nomeiam outros parentes que contradizem a genealogia de dezembro: Jerónimo Lopes como segundo tio paterno, um [Álvaro?] de Sousa e um Pedro Roiz como tios paternos, e Guiomar do Vale como tia materna. Estas contradições mantêm-se, sem serem conciliadas.
Documento
Maria de Sousa · processo de Coimbra
ANTT, PT/TT/TSO-IC/025/04894
As 100 imagens do Digitarq tiveram uma primeira leitura pela ordem da fonte; a edição é parcial e delimitada por linhas, mantendo-se visíveis as palavras não lidas e as cláusulas duvidosas. A sessão de genealogia de 2 de dezembro de 1681 (imagens m0063–m0066) foi lida na íntegra. As declarações da ré e das testemunhas copiadas não foram verificadas de forma independente.