Comarca do Ribeiro · Ourense · Galiza
Ribadavia
Junto ao Avia, casas com adega, documentos concelhios e vizinhos contam uma vila do vinho. Siga o seu foro régio, famílias judaicas e conversas, castelo, caminho de ferro e ruas transformadas em palco.

Por que importa aquiRibadavia · Uma vila de muitas famílias
Ribadavia reúne campo e vila. As rendas de vinhas entravam nas adegas, as medidas de vinho nos documentos concelhios e as famílias viviam sobre os espaços de trabalho. Privilégios régios, poder senhorial, histórias judaicas e conversas, caminho de ferro e teatro pertencem a capítulos sucessivos desta vila ribeirinha. Siga pessoas e documentos com os edifícios conservados.
Da ponte do Avia à praça do mercado

Ribadavia ergue-se junto ao curso inferior do Avia, a pouca distância da confluência com o Miño. O rio, a passagem e as vinhas explicam a sua posição melhor do que um castelo por si só. Da ponte de San Francisco, igrejas, muralhas e casas agrupam-se sobre a margem; atrás delas, as ruas sobem para a Praza Maior. Aqui encontravam-se um vale cultivado e os caminhos que levavam os seus produtos para outros lugares.
A paisagem urbana conserva os elementos de trabalho dessa relação. A Rúa dos Fornos recorda os fornos que forneciam pão; as praças reuniam lojas, vizinhos das paróquias e governo municipal. Muitas casas históricas dispunham de uma adega no rés do chão e divisões de habitação acima, uma forma descrita no inventário de habitação da Xunta. O vinho era guardado debaixo da casa, em vez de ficar limitado a uma quinta distante.
A ponte de pedra para a estrada e a travessia ferroviária de ferro pertencem a capítulos diferentes da mesma vila ribeirinha. Juntas desenham uma geografia do movimento: produtos que chegavam das freguesias, viajantes que entravam nas ruas e mercadorias que seguiam para outras povoações e a costa.
- A confluência Avia–Miño fica a jusante do centro histórico.
- A ponte de San Francisco liga a vila à margem oposta.
- A Rúa dos Fornos e as casas com adega conservam marcas do trabalho quotidiano.
Antes do castelo, uma igreja e os seus mortos

Muito antes de a fortaleza dos Sarmiento ocupar o local, o terreno acolhia a igreja de San Xes e um espaço funerário. No recinto do castelo sobrevivem sepulturas escavadas diretamente na rocha. O guia municipal data a necrópole, de forma ampla, dos séculos IX a XII. Estas pequenas cavidades são das recordações mais diretas de uma comunidade anterior: as muralhas posteriores encerraram um lugar já utilizado por gerações de habitantes.
Em Francelos, nas proximidades, outro San Xés conserva uma memória altomedieval diferente. A sua singular fachada reúne um arco de ferradura, cenas bíblicas esculpidas e uma gelosia de pedra com flores e pequenos arcos. Turismo de Galicia data os elementos antigos do século IX. Francelos e o cemitério sob o castelo são locais distintos; juntos situam a posterior vila mercantil numa paisagem mais antiga de igrejas e povoamento.
- Recinto do castelo: necrópole escavada na rocha associada ao antigo San Xes.
- Francelos: pedra esculpida altomedieval, arco de ferradura e gelosia decorada.
- O cemitério antecede a fortaleza conservada do século XV.
Uma vila régia aprende a pôr a sua vida por escrito

A tradição local recorda Ribadavia como sede de García, rei da Galiza em 1065–1071. A sua história urbana documentada torna-se mais clara com o foral atribuído a Fernando II em 1164. Este estabelecia a relação entre a Coroa e os habitantes, oferecendo um quadro para propriedades, obrigações e litígios. A vila régia crescia perto da fronteira portuguesa, onde os governantes tinham razões para fortalecer povoações e concelhos.
No início do século XIII, a comunidade já tinha os seus próprios escrivães. O estudo de Miguel Calleja-Puerta acompanha homens como Martín Alvite, que registavam acordos celebrados publicamente na vila e nas freguesias vizinhas. Compras, arrendamentos e pagamentos passavam a escrito perante testemunhas. Ao lado dos privilégios régios, estes documentos quotidianos mostram os moradores a construir as instituições que davam credibilidade às transações.
O vinho já tinha lugar nesse mundo cívico. Em 1213 Alfonso IX atribuiu aos cónegos de Lugo um fornecimento anual dos armazéns régios de Castrelo e Ribadavia, medido pelo modio de Ribadavia. A vila tinha importância suficiente para emprestar a sua medida à transação: um sinal prático de um mercado cuja influência ia além das suas ruas.
- 1065–1071: reinado de García, associado a Ribadavia na memória histórica local.
- 1164: data convencional do foral de Fernando II, conservado numa cópia medieval posterior.
- Início do século XIII: escrivães do concelho registam transações locais.
- 1213: uma concessão régia de vinho utiliza a medida de Ribadavia.
A vila em torno das suas igrejas

Ribadavia cresceu em torno de várias comunidades religiosas, cada uma com lugar nas ruas e na economia. Santiago conserva uma igreja românica do final do século XII, com uma torre posterior. San Xoán pertencia aos Hospitalários de São João de Jerusalém; igreja, casa paroquial e hospital ligavam culto, assistência e a rede mais ampla da ordem. As suas pequenas praças eram lugares de encontro na vila.
Os dominicanos estabeleceram-se no século XIII. A igreja de Santo Domingo desenvolveu-se nos séculos XIII e XIV; a arquitetura gótica exprimia uma presença urbana crescente fora das ruas mais estreitas do centro antigo. O santuário vizinho da Virxe do Portal tornou-se outro foco de devoção e celebração coletivas.
Do outro lado do Avia, o conjunto franciscano concluído em 1610 deu à passagem do rio um novo fundo monumental, após uma presença franciscana anterior na região. Estas instituições possuíam bens, recebiam doações e ligavam famílias locais a redes de patronato. Os edifícios conservam essas relações em pedra; contratos de foro, testamentos e registos paroquiais preservam outras partes da história.
- Santiago: igreja românica do final do século XII com acrescentos posteriores.
- San Xoán: igreja, casa paroquial e hospital dos Hospitalários.
- Santo Domingo: igreja gótica dos séculos XIII–XIV; protegida em 1931.
- San Francisco: convento atual datado de 1610.
Os Sarmiento junto à vila

Em 1375 Enrique II concedeu Ribadavia a Pedro Ruiz Sarmiento. A vila régia tinha agora um poderoso senhor nobre, mas concelho, mercadores e casas religiosas conservavam os seus próprios interesses. A história dos Sarmiento acompanha esses direitos sobrepostos. Rendas, jurisdição e receitas vinícolas valorizavam o senhorio; também davam aos vizinhos e às famílias rivais razões para contestar o seu exercício.
A violência do século XV deixou uma marca duradoura. Teresa de Zúñiga foi morta em Ribadavia em 1470; Pedro Madruga ordenou também aí a decapitação de Diego Sarmiento de Soutomaior, embora os relatos divirjam sobre a sequência e o motivo. Em 1472 Bernardino Pérez Sarmiento iniciou o castelo conservado, segundo o estudo arquitetónico de David Chao Castro. Incorporou parte da muralha e deslocou a antiga igreja de San Xes. As contas das obras registam cantaria, escadas e ameias, pagas em dinheiro, cereal e vinho.
A confirmação régia de 1476 autorizou o título de conde de Ribadavia de Bernardino. Mais tarde os condes mudaram-se para o Pazo dos Condes na Praza Maior, enquanto a fortaleza adquiria outros usos. A grande chaminé, as torres e as sepulturas expostas reúnem hoje a casa que a construiu e a comunidade que ocupava o local antes.
- 1375: início do senhorio dos Sarmiento.
- 1470: morte de Teresa de Zúñiga e execução de Diego Sarmiento.
- 1472: início do castelo conservado no estudo de Chao Castro.
- 1476: confirmação régia do título de conde de Ribadavia.
- Praza Maior: palácio posterior dos condes.
As pessoas por trás do nome Xudería

As ruelas entre a Praza Maior, a Madalena e a parte baixa da vila conservam o espaço recordado como xudería. O primeiro relato escrito conservado sobre os judeus de Ribadavia costuma identificar-se com a narrativa de Froissart do ataque inglês de 1386. Descreve a participação judaica e cristã na defesa, seguida de violência e saque. Os seus dramáticos números populacionais não podem ser tratados como uma contagem fiável da comunidade.
Documentos posteriores dão a conhecer pessoas concretas. Salamo, médico, testemunhou um testamento dos Sarmiento em 1403. Abraham de León administrou assuntos patrimoniais em meados do século XV; Judá Pérez manteve depois as contas de Bernardino. Vinho, cereal, rendas e pagamentos passavam pelas suas mãos, ligando a administração nobre ao trabalho das casas vizinhas. A investigação de Gloria de Antonio Rubio alerta também para a visibilidade desproporcionada dos oficiais, causada pela conservação sobretudo de documentos senhoriais: pertenciam a uma comunidade com outras ocupações e relações.
Estas ruas pertencem a uma história de vida urbana partilhada e desigualdade jurídica, marcada por guerras e restrições crescentes. O decreto de 1492 obrigou as famílias judaicas a enfrentar a partida ou o batismo. O capítulo sefardita e converso acompanha as pessoas e os documentos para além dessa rutura, quando a conversão mudou a identidade legal sem garantir segurança.
- 1386: Froissart descreve o ataque e os defensores judeus e cristãos da vila.
- 1403: Salamo surge como médico e testemunha testamentária.
- Abraham de León e Judá Pérez: oficiais identificados nos documentos dos Sarmiento.
- 1492: expulsão ou batismo pelo decreto das coroas de Castela e Aragão.
Vindimas, almocreves e o preço de uma cuba

O vinho ligava pequenas parcelas de vinha a uma economia muito mais ampla. Os cultivadores cuidavam das videiras e entregavam rendas; adegas, tabernas e mercadores transformavam as colheitas em receitas urbanas. Os almocreves ligavam Ribadavia aos mercados galegos e aos portos atlânticos, de onde o vinho chegava a clientes mais distantes. Esta prosperidade tinha muitos participantes, em vez de uma só casa nobre a controlar todas as etapas.
As regras da vila permitem observar de perto parte desse trabalho. As regras sucessivas, reunidas em 1579 a partir de livros do concelho que remontavam a 1517, regulavam o começo da vindima, a entrada de vinho exterior à área admitida e a mistura de melhor vinho com existências inferiores. Um taberneiro não podia subir o preço de uma cuba depois de a abrir. O estudo de Ana María Rivera Medina interpreta estas medidas como tentativas repetidas de defender interesses locais contra práticas difíceis de fiscalizar.
A regulamentação ia além do vinho, abrangendo pão, carne, peixe, medidas e estalagens. As mulheres que vendiam comida cozinhada deviam manter pratos e toalhas limpos. Os livros municipais de 1524–1559, publicados pelo Museo Etnolóxico, preservam contratos de foro, eleições e acordos do concelho ao lado desse mundo comercial. O célebre vinho de Ribadavia assentava no trabalho quotidiano de alimentar uma vila, manter propriedades e resolver disputas.
- 1579: regras reunidas a partir de livros do concelho que remontavam a 1517.
- Regulavam-se datas da vindima, vinho exterior, misturas e preços nas tabernas.
- Os livros municipais de 1524–1559 conservam a vida do concelho e acordos patrimoniais.
- As antigas ordenanças antecedem a proteção geográfica moderna; não constituíam uma D.O. atual.
Uma vila nos documentos do tribunal

A conversão judaica tinha uma história mais longa do que a expulsão de 1492. No início do século XVII, Ribadavia incluía famílias cujas ligações alcançavam também o norte de Portugal, onde os batismos forçados de 1497 tinham criado outra população conversa. Nomes cristãos, casamento e cargos municipais não protegiam estes habitantes de acusações de praticar o judaísmo em segredo.
Em 1606 as denúncias de Xerónimo Bautista de Mena desencadearam os processos de Ribadavia do tribunal de Santiago. O Museo Etnolóxico regista quarenta pessoas levadas perante o tribunal entre cerca de duzentas denunciadas. Mercadores, oficiais municipais e mulheres aparecem num registo marcado por prisão, confisco e coação. O relato mais amplo do museu sobre o processo descreve uma inspeção de 1611 que condenou irregularidades dos próprios inquisidores.
A chamada Casa da Inquisición conserva heráldica associada a famílias ligadas ao Santo Ofício; não deve ser confundida com a sede do tribunal de Santiago. Os processos alcançaram casas por toda a vila. Lidos ao lado de escrituras patrimoniais e documentos familiares, recuperam vidas que a acusação de heresia por si só não explica. A sua presença na página sefardita dá a este capítulo difícil espaço para além do nome de um monumento.
- 1492 e 1497: momentos distintos para as comunidades judaicas castelhanas e portuguesas.
- 1606–1610: processos de Ribadavia sob o tribunal de Santiago.
- O museu regista quarenta réus entre cerca de duzentas pessoas denunciadas.
- 1611: inspeção de irregularidades na atuação do tribunal.
O caminho de ferro e a difícil renovação da vinha

O século XIX mudou a paisagem do vinho entre oportunidades e perdas. O oídio, o míldio e finalmente a filoxera obrigaram a mudar tratamentos e replantar videiras. Foles para enxofre, pulverizadores e videiras europeias enxertadas em pés americanos passaram a fazer parte do trabalho. O Museo do Viño acompanha esta exigente renovação, em que o saber agrícola encontrou a nova agronomia.
O caminho de ferro chegou a Ribadavia em 1881 com a conclusão da linha Vigo–Ourense. A ponte de ferro acrescentou uma rota junto à antiga passagem rodoviária e ligou a vila à costa. No século XX a estação entrou também na memória local através de Lola, Amparo e Xulia Touza, recordadas por ajudar pessoas que fugiam da perseguição nazi em direção a Portugal. A sua história conserva-se através de testemunhos e comemorações posteriores, incluindo a placa na sua casa na Rúa do Xuíz Viñas.
A renovação continuou nas instituições e nos campos. O Ribeiro recebeu proteção legal em 1932 e o primeiro regulamento do conselho seguiu-se em 1957. A feira do vinho começou em 1964. Entretanto, o decreto de 17 de outubro de 1947 protegera o conjunto monumental de Ribadavia. A economia vinícola e a conservação das ruas voltaram a entrelaçar-se, enquanto casas que antes guardavam e vendiam a colheita adquiriam novos usos públicos e culturais.
- Século XIX: doenças da vinha, novos tratamentos e replantação por enxerto.
- 1881: o caminho de ferro chega a Ribadavia na linha Vigo–Ourense.
- Lola, Amparo e Xulia Touza: ajuda a refugiados recordada através de testemunhos e comemorações.
- 1932 e 1957: proteção do Ribeiro e primeiro regulamento do conselho.
- 1947: proteção monumental; 1964: primeira feira do vinho do Ribeiro.
Dar espaço à memória e a novas vozes

A vida cultural moderna de Ribadavia nasceu de mais do que o desejo de exibir um passado medieval. Em 1973 a associação Abrente organizou a primeira Mostra de Teatro Galego. Tornou-se um lugar de encontro para o teatro em galego, para novos autores e para o debate sobre um palco profissional. O evento regressou em 1984 com caráter internacional, levando aquela iniciativa local à Mostra Internacional de Teatro.
A Festa da Istoria moderna começou em 1989, inspirada em antigas festividades associadas à Virxe do Portal. Os documentos municipais registam celebrações com representações remuneradas nos séculos XVII–XIX. A recuperação transformou as próprias ruas em palco: os moradores preparavam trajes e espetáculos, enquanto a moeda do maravedí e o casamento judaico recriado davam aos visitantes formas de participar.
O casamento, o mercado medieval e as histórias teatrais são interpretações contemporâneas do passado. O seu valor está na comunidade que as cria e no interesse que despertam pela história real da vila. Entre o festival de teatro, a feira do vinho e os museus, Ribadavia continua a usar as antigas ruas para novos fins. A vila sobrevive por essa vida contínua tanto como pela sua pedra protegida.
- 1973: primeira Mostra de Teatro Galego de Abrente.
- 1984: regresso do festival de teatro com programação internacional.
- 1989: início da Festa da Istoria moderna.
- As antigas festas do Portal incluíam representações registadas em documentos municipais.
- As cenas festivas interpretam o passado; arquivos e museus contam outras partes da história.
Monumentos de Ribadavia
Igrejas, castelo, muralhas e ruas de moradores conservam capítulos diferentes da história da vila vinícola.
Santo Domingo
ReligiosoSan Xoán
ReligiosoSantiago
ReligiosoSan Francisco
ReligiosoCastelo dos Sarmiento
MilitarPlaza Mayor
CivilCasa da Inquisición
CivilMuralhas medievais
MilitarRúa da Xudería
CivilPazo dos Condes
CivilPonte de San Francisco
CivilSan Xés de Francelos
ReligiosoDatas-Chave
Séculos IX–XII
As sepulturas escavadas na rocha de San Xes e os elementos antigos de Francelos preservam camadas de povoamento anterior.1065–1071
A tradição local associa Ribadavia à residência régia de García.1164
O foral de Fernando II estabelece privilégios e obrigações da vila.1213
A concessão de vinho de Alfonso IX a Lugo utiliza a medida de Ribadavia.1375
Enrique II concede o senhorio de Ribadavia a Pedro Ruiz Sarmiento.1386
Uma força inglesa toma a vila; Froissart descreve a defesa judaica e cristã e o saque posterior.1470
Teresa de Zúñiga é morta e Diego Sarmiento executado; os relatos divergem sobre a sequência.1472
Bernardino inicia o castelo conservado, segundo o estudo de Chao Castro.1476
A confirmação régia autoriza o título de conde de Ribadavia de Bernardino.1492
As famílias judaicas enfrentam partida ou batismo pelo decreto de expulsão.1517–1579
As regras reunidas em 1579 a partir de livros do concelho que remontavam a 1517 regulam o vinho e o comércio quotidiano.1606–1610
O tribunal de Santiago conduz os processos inquisitoriais de Ribadavia.1610
É concluído o convento atual de San Francisco.1611
Uma inspeção condena irregularidades dos inquisidores envolvidos nos processos de Ribadavia.1881
O caminho de ferro chega a Ribadavia durante a conclusão da linha Vigo–Ourense.1932
O Ribeiro recebe proteção legal pelo Estatuto do Vinho.1947
O decreto de 17 de outubro protege o conjunto monumental de Ribadavia.1957
É aprovado o primeiro regulamento do conselho do Ribeiro.1964
Realiza-se a primeira feira do vinho do Ribeiro.1973
Abrente organiza a primeira Mostra de Teatro Galego.1984
O festival de teatro regressa com programação internacional.1989
Começa a Festa da Istoria moderna.
Ribadavia · Uma vila de muitas famílias
Fontes e leituras
- Miguel Calleja-Puerta · Escrivães municipais de Ribadavia · Journal of Medieval Iberian Studies (2022)
- Xunta de Galicia · Inventário de habitações do centro histórico de Ribadavia
- Museo Etnolóxico de Ribadavia · Documentação da história judaica local
- Arquivo do Reino de Galicia · Ordenanças de Ribadavia de 1579 · transcrição
- Estévez Pérez · Os xudaizantes de Ribadavia
- Xunta de Galicia · Mostra de Teatro Galego de Ribadavia
O Ribeiro · Avia · Miño · Arnoia
Comece pelo lugar. Siga as pessoas.
Os vales do Avia, Miño e Arnoia são o fio deste guia. Leia a história regional, explore as casas e os apelidos e abra a árvore para ver as relações apoiadas por documentos.