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Investigação

Felipe Álvarez · aprendizagem em Ourense, 1564

González García, Diversarum Rerum 8 (2013), pp. 363–364 · AHDOURENSE PT12, fols. 407–408

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Ilustração interpretativa

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Felipe Álvarez · aprendizagem em Ourense, 1564

González García, Diversarum Rerum 8 (2013), pp. 363–364 · AHDOURENSE PT12, fols. 407–408

Miguel Ángel González García, «Datos menores para la historia de la provincia y diócesis de Ourense (II)», Diversarum Rerum 8 (2013), pp. 361–378. A aprendizagem está transcrita nas pp. 363–364 (PDF pp. 353–354), com referência AHDOURENSE PT12, fólios 407–408. Foi verificada a transcrição publicada; o manuscrito original não foi inspecionado. Nomeia o pai do aprendiz, mas não o identifica com o posterior boticário de Ribadavia.

Pessoas por documento

Felipe ÁlvarezMencionado na fonte · González García, Diversarum Rerum 8 (2013), pp. 363–364 · AHDOURENSE PT12, fols. 407–408
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Afirmações e citações

Candidato

O boticário da genealogia e o mestre de 1564 coincidem no nome, ofício e Ourense. A identificação é candidata; as menções ficam separadas, sem transferência automática de parentes.

Candidato

O aprendiz poderá ser o posterior boticário de Ribadavia: coincidem nome e ofício, e a lista secundária de 1608 já incorporada chama a Felipe natural de Tamaguelos e de sessenta anos, compatível com aprendizagem em 1564. Nenhuma fonte liga expressamente as duas menções; o contrato matrimonial de 1578 não identifica este pai.

Candidato

Francisco Álvarez de Tamaguelos é um possível pai do boticário Felipe de Ribadavia, condicionado à identificação deste com o aprendiz de 1564. A aprendizagem publicada estabelece a paternidade de Francisco relativamente àquele aprendiz; a identidade entre documentos permanece por provar.